Arquivo

Archive for the ‘Lewis Hamilton’ Category

Grande Prêmio Petrobras do Brasil 2009 – Corrida

19 de Outubro de 2009 Deixe um comentário

E pronto! O campeonato terminou apesar de faltar uma corrida para o fim, com Jenson Button a conquistar o título para si e para a Brawn como já se esperava. Barrichello voltou a ter azar em casa, quando parecia ter-se finalmente livrado dele depois da brilhante pole position no Sábado

Para a Red Bull é o fim do sonho, apesar de Vettel ainda estar a discutir o vice com Rubinho. Kobayashi foi, de longe, a melhor estreia deste ano (desde Vettel, mesmo!), dando muito trabalho ao novo campeão do mundo, Nakajima, Fisichella,… Tudo pilotos que deverião estar muito acima do “rookie” nipónico!

Estou-me a esquecer de alguma coisa… Ah! É verdade: foi Mark Webber quem ganhou a corrida.

Não vencer era impossível

Apesar de muito eclipsado pela conquista do título de Button (tanto pelas câmaras de TV como na blogosfera), Mark Webber foi o justo vencedor de uma corrida em que foi perfeito de princípio a fim para conseguir os primeiros pontos desde o GP da Hungria, e a segunda vitória da carreira, com Kubica atrás de si.

O acidente monumental entre Trulli e Sutil (de que falarei em pormenor mais à frente) que levou, também, Alonso consigo ajudou bastante o australiano. Isto porque, não só arruinou a estratégia de Barrichello, como também se viu livre de dois adversários bastante sérios devido às suas estratégias.

Incidentes diversos provocam SC

Depois de todos os carros terem passado em segurança pelos “S de Senna” achámos que o GP do Brasil não iria trazer a sua habitual debandada inicial, mas “Físico” e “Kova” depressa comprovaram o contrário.

Heikki pisou com excessiva força o corrector na ânsia de passar Vettel, e isso foi fatal pois ao perder o controlo forçou Giancarlo a “fugir” para a relva, acabando com as aspirações de pontos para ambos quando precisam de reforçar as suas posições nas respectivas equipas.

Mais à frente, Sutil bloqueou um pneu para evitar Raikkonen (que tinha danificado a asa dianteira em Webber) e com isso viu-se na “mira” de Trulli. Mas aí o italiano exagerou pisando a relva, perdeu o controlo e destruiu o radiador de Sutil, indo cada um para seu lado… O Force India do alemão estava desgovernado e acabou por acertar em Alonso, vítima inocente do acidente.

Safety-Car para a pista, e mesmo assim houve mais acção: nas boxes estavam os dois finlandeses, Raikkonen e Kovalainen, devido aos seus incidentes. Mas vendo Kimi sair das boxes, Heikki quis-se apressar e levou a mangueira consigo. A gasolina continuou a deitar, e quando entrou em contacto com os escapes do outro finlandês incendiou.

Temeu-se o pior, mas o piloto da Ferrari nem parou, com o incêndio a estinguir-se sozinho. Kovalainen lá parou, e, num acto de “fairplay” os mecânicos da Brawn retiraram a mangueira para Heikki continuar.

Título arrumado

Como já disse mais à frente, Jenson Button conquistou o seu primeiro triunfo no campeonato mundial de Fórmula 1, conseguindo um título em que poucos acreditavam, com uma performance digna da conquista, indo com a faca nos dentes durante as primeiras voltas, e tendo a serenidade de não cometer loucuras quando tentou passar Kobayashi.

Quem sabe, agora que está libreto da pressão de ir com segurança, possa conseguir ir sem pressão para o Abu Dhabi lutar pela vitória.

Barrichello devia ir à bruxa antes de correr em Interlagos… Pela quarta vez em que conquista pole position na “sua casa”, não conseguiu ganhar a corrida. Tudo começou na largada, com a entrada do Safety-Car a destruir-lhe a estratégia, depois deu-se mal com o último jogo de pneus, e depois a defender-se de Hamilton o inglês furou-lhe o pneu traseiro!

Já Vettel foi muito consistente, porque apesar de o RB5 ter sido o carro a bater na pista brasileira, o alemão nunca desistiu do título, chegando em quarto e passando Button nas boxes graças a umas voltas-canhão “à la Schumi”.

Kobayashi e Hamilton brilhantes

Eram muitas as dúvidas em redor do que estes dois fariam na corrida.

Kobayashi tinha dado bons sinais no Japão, e não estava mal em Interlagos, mas as dúvidas relativas ao facto de ser um japonês na Toyota subsistiam. Eu próprio me incluo na lista!

No entanto foi incrível a capacidade com que progrediu pelo pelotão, dando muito trabalho a Jenson Button até o britânico lá o conseguir passar após 19 voltas (!), e num um-a-um com o compatriota Nakajima numa luta incrível saiu vitorioso.

Já Hamilton foi ainda melhor: a opção por um set up para seco parecia um erro gravíssimo na qualificação, mas foi perfeita para a corrida, pois a chuva não fez a aparição habitual no fim-de-semana. Dito isto, parece fácil, mas Lewis foi extraordinário chegando ao pódio, enganando-se na posição até ele e Kubica perceberem que estavam no lugar um do outro…

Leia também:
Fuji Television Japanese Grand Prix 2009 – Corrida
Singtel Singapore Grand Prix 2009 – Corrida
Gran Premio Santander d’Italia 2009 – Corrida

Post anterior: Grande Prêmio Petrobras do Brasil 2009 – Qualificação

Grande Prêmio Petrobras do Brasil 2009 – Previsões

15 de Outubro de 2009 Deixe um comentário

E cá estamos nós de regresso ao circuito de Interlagos, um ano após aquela apertadíssima decisão do título de 2008 que colocou Lewis Hamilton como campeão do mundo. Os brasileiros já reagiram um pouco mal ao “preview” da Red Bull para a corrida brasileira (nem todos), lembrando as declarações de Maité Proença sobre Portugal

Enfim, mantenha-mo-nos no tema Fórmula 1! Numa altura em que Button parece um estranho, pode conquistar o título já na ronda brasileira. Barrichello e Vettel têm hipóteses pequenas, mas podem causar grandes surpresas, pois existem previsões de chuva!

O jogo do título

Neste fim-de-semana a decisão do título domina os acontecimentos, pois Button tem grandes probabilidades de garantir o ceptro mundial já. O inglês “só” tem que ter um pódio em Interlagos para o obter, mas a julgar pelas suas últimas performances diria que o título poderá ir para Abu Dhabi…

Vettel tem recuperado, mas apesar de a Red Bull não ser considerada a favorita para o título, a “sessão de testes prolongada” que Webber se viu obrigado a fazer durante a corrida japonesa com asas com configuração para esta pista ajudará muito o alemão a tentar superiorizar-se aos Brawn e McLaren.

Os últimos têm estado em fase ascendente durante este final de temporada, e por isso Hamilton é quem tem mais argumentos para a corrida. Barrichello terá vida complicada, pois tem o mesmo material que o companheiro, e apenas com uma péssima performance do inglês poderá aspirar a atrasar a decisão de quem sairá vencedor!

Os últimos pontos

Williams, Toyota e BMW lutarão pelos últimos lugares pontuáveis, pois ambos procuram uma definição para o futuro, já que são equipas que têm mais incógnitas do que certezas para a próxima temporada e estarão numa mentalidade “tudo por tudo” para salvarem a pele…

Ferrari terá vida difícil na pista brasileira porque a decisão de parar o desenvolvimento do F60 será custosa a Raikkonen e Fisichella, mas é óbvio que a Scuderia parará de investir num ano em que perdeu estrondosamente, dedicando-se à campanha de 2010 com Massa e Alonso.

A juntar a tudo o que disse, a chuva apareceu muito frequentemente na zona e está prevista para aparecer na qualificação, mas com poucas probabilidades de isso acontecer na corrida. No entanto estamos em Interlagos: por outras palavras… vai ser um fim-de-semana ocupado!

Diagrama do circuito

Folha de corrida

Leia também:
Fuji Television Japanese Grand Prix 2009 – Previsões
Gran Premio Santander d’Italia 2009 – Previsões
ING Belgian Grand Prix 2009 – Previsões

Post anterior: Capa Autosport – Alta pressão no Brasil

Singtel Singapore Grand Prix 2009 – Pontuação

28 de Setembro de 2009 Deixe um comentário

Após mais uma corrida de Fórmula 1 chega a altura de analisar quem esteve bem e quem esteve mal na noite de Singapura. Na altura de colocar os pontos nos “is” foi Hamilton quem esteve extremamente bem, Button fez apenas o necessário, e Alguersuari que nunca encontrou o ritmo, não só nesta corrida como também desde que chegou à Hungria…

Sem mais demoras eis as pontuações da corrida de ontem:

Lewis Hamilton: O fim-de-semana não começou bem, pois o carro nunca respondeu, mas o trabalho da equipa na noite de Sexta que colocou o McLaren no topo nos treinos, e depois na qualificação, desta vez com uma mãozinha de Barrichello. Na corrida foi perfeito, e nem um problema no KERS e as pressões de Vettel o colocaram em baixo. Nota 10.

Timo Glock: Nos treinos a Toyota não fez nada de especial, e isso reflectiu-se nas suas performances, mas a maneira como se superiorizou a Trulli com um carro lentíssimo foi brilhante, numa altura em que a base de Colónia está sob pressão da administração. Logo, este pódio não só o ajuda a ele como ao moral da equipa inteira! Nota 9 (demasiado ajudado por erros dos outros).

Fernando Alonso: Quando a Renault mais precisava esteve de volta o piloto que ganhou os campeonatos de 2005 e 2006. Foi absolutamente brilhante na largada, mas pecou por ser demasiado agressivo nas voltas seguintes. Apesar de alguma ajuda, mereceu mais este pódio que a vitória do ano passado… Nota 9.

Sebastian Vettel: Seria o provável vencedor da corrida, mas o acidente de Barrichello complicou-lhe a vida, e depois a sua estratégia era a mais desadequada não conseguindo a vital passagem a Hamilton. No seu lado fica a recuperação de um “drive-through” por um problema no limitador e um espelho retrovisor pouco cooperante… Nota 8.

Jenson Button: Foi patético na qualificação e na partida ao ver que Barrichello nunca conseguiria marcar muito mais que dois pontos não correu riscos e arrastou-se pela grelha… Depois contou com o azar no pit stop de Barrichello e uma estratégia mais bem adaptada para acabar na frente de Rubens. Nota 6.

Rubens Barrichello: O brasileiro fez o possível, mas finalmente teve que trocar a caixa de velocidades e caiu para uma posição em que a sua estratégia era péssima! Não pôde fazer muito na corrida e o motor morreu no último pit stop, mas sem aquele erro na classificação… Nota 7.

Heikki Kovalainen: Na qualificação tinha a desculpa de não ter tido tempo, mas na corrida perdeu de imediato posições para os Brawn quando tinha KERS (tal como em Monza), e nem com grandes falhas de outros conseguiu ir além de 7º enquanto o seu companheiro ganhou… Nota 5.

Robert Kubica: O polaco sofreu com o carro, e as melhorias da BMW não se revelaram tão eficazes como o previsto, vendo-se forçado a aguentar Nakajima e Raikkonen no final da corrida. Nota 6.

Kazuki Nakajima: O japonês voltou a não pontuar, e nem com algumas falhas de outros pilotos conseguiu chegar aos pontos num fim-de-semana em que a Williams esteve bem… E, acabou mais perto de Raikkonen que de Kubica. Nota 4.

Kimi Raikkonen: O finlandês viu-se confrontado com um carro fraquíssimo que nem para os pontos pareceu ser candidato. Defendeu-se com pouco ânimo dos carros do meio do pelotão, e fez apenas o suficiente baixando o preço do seu contracto para a Ferrari! Nota 6.

Nico Rosberg: O alemão merecia muito mais neste fim-de-semana e foi cruel o modo como perdeu o pódio. Aquele erro foi um pouco estúpido, mas no resto do fim-de-semana foi soberbo e merece um carro ganhador para 2010. Nota 8.

Jarno Trulli: O italiano foi patético durante toda a prova enquanto o seu companheiro deu que falar. Deverá ser a sua última temporada, porque está sem mercado nenhum… Nota 3.

Giancarlo Fisichella: O italiano tinha mais uma corrida de adaptação, mas numa altura em que o F60 era um carro de meio do pelotão não podia ter feito muito mais, mas tal como sempre perdeu o ânimo por completo perante dificuldades… Nota 5.

Vitantonio Liuzzi: O que se passou?! Depois de ter deixado no ar que merecia uma oportunidade de continuar a correr na F1 em Monza, foi uma sombra de si mesmo em Singapura, não reagindo bem ao facto de o Force India ter voltado ao fundo da grelha. Nota 4.

Jaime Alguersuari: Mais uma corrida em que mostrou que apenas permanece na categoria graças à condição de jovem espanhol do programa Red Bull… Na minha opinião teve grandes culpas no incidente Sutil X Heidfeld pois seguia 2s mais lento que Raikkonen, e este já não ia propriamente depressa! Nota 2.

Sebastien Buemi: Voltou a mostrar os níveis vistos no início do ano perante a melhoria da Toro Rosso (ou terá sido a descida da Force India?), e parecia ir terminar no Top Ten antes dos travões lhe acabarem a corrida. Se Loeb substituir alguém em Abu Dhabi, torna-se óbvio: não será ele! Nota 6.

Mark Webber: O australiano tinham uma missão simples: acabar na frente de Vettel e Button para mostrar que ainda poderia ser campeão. Mas uma má partida e travões com problemas relegaram-no ao papel (agora oficial) de ajudante de Sebastian… Nota 4.

Adrian Sutil: O alemão sofreu uma quebra psicológica após se ter dado conta que o VJM-02 já não era o mesmo de Monza, e na corrida era óbvio que se estava a enfurecer com Alguersuari, pois o espanhol não o deixava passar e isso levou-o a cometer o erro de querer voltar de imediato acabando com a sua corrida e a de Heidfeld. Nota 4.

Nick Heidfeld: Depois de lhe terem “roubado” o lugar que tinha na Q3, era claro que estava apenas a fazer uma autêntica sessão de testes. Mesmo assim não desistiu e foi a determinação (ou será casmurrice) de Sutil a atirá-lo para fora… Os insultos que fez ao alemão tinha uma óbvia razão de ser: um fim-de-semana para esquecer! Nota 5 (pela performance na qualificação).

Romain Grosjean: Mais um fim-de-semana para esquecer com o franco-suíço a ter sofrido de uma indisposição e a estranha decisão de não o substituir foi desastrosa! Ainda bateu Liuzzi, mas isso não é um feito, e desistiu após 5 voltas… Mesmo doente, há que lembrar que Hamilton acabou em 2º em Valência (2008) com uma febre. Nota 1.

Leia também:
Gran Premio Santander d’Italia 2009 – Pontuação
ING Belgian Grand Prix 2009 – Pontuação
Telefónica Grand Prix of Europe 2009 – Pontuação

Post anterior: Singtel Singapore Grand Prix 2009 – Corrida

Singtel Singapore Grand Prix 2009 – Corrida

27 de Setembro de 2009 Deixe um comentário

Grande corrida com um grande resultado final que tornou Lewis Hamilton no mais vencedor no período 2007-2009! Apesar de algumas opiniões insistentes em como o GP da Singapura é dos mais aborrecidos e que devia sair do calendário creio que estão errados: considero esta corrida emocionante graças à mudança de protagonistas.

Enfim, numa corrida em que Button garantiu por certo o título mundial, Rosberg e Vettel cometeram erros cruciais que nos roubaram a hipótese de ver uma luta a três pela vitória nas voltas finais. A 4 se contarmos com Glock, que fez uma corrida fenomenal, ainda que sem chegar perto de Hamilton!

Domínio de Hamilton e brilho de Glock

Por mais que se tente discordar é impossível: Lewis esteve inspirado na noite de Singapura, ganhando muito tempo no início da prova com um carro mais pesado. Quando o Safety-Car apareceu, por causa do acidente Heidfeld-Sutil, Vettel revelou-se um forte adversário mas tal como na Turquia não conseguiu passar, mesmo estando mais leve.

Depois de também ele ter cometido um erro, Hamilton limitou-se a controlar a corrida, nem se dando ao trabalho de andar ao nível de Glock, pois o alemão já vinha muito atrás quando começou a bater os tempos do britânico…

Timo esteve excelente, ganhando uma posição a Alonso nas primeiras voltas, e passando Webber depois porque a Red Bull o tinha mandado fazer por medo a uma penalização por ter ido para fora da pista no combate com Alonso. As falhas de Rosberg e Vettel colocaram-no na segunda posição nunca tendo sido ameaçado por Alonso.

Travões dão dores de cabeça a Red Bull

A Red Bull (e com isto também me refiro à Toro Rosso) esteve péssima. Por mais que as performances até tenha sido bem melhores que nas corridas anteriores, a verdade é que os carros de Adrian Newey sempre se mostraram demasiado frágeis…

Prova disso foi o espelho retrovisor de Vettel se ter soltado em plena recta, depois de ter ficado deformado durante várias voltas, e ainda os problemas de travões que assombraram Sebastian no final da corrida, e que já tinham colocado o seu companheiro e os Toro Rosso de fora da corrida!

No entanto não foram apenas os travões que causaram problemas a Alguersuari, que (na minha opinião) foi o causador do acidente entre Heidfeld e Sutil, para além de ter feito sobreaquecer o último…

Para Mark Webber foi muito pior: o título foi-se e agora será forçado a ajudar Vettel a tentar alcançar os Brawn.

Quem os viu e quem os vê

Ferrari, Force India e Williams estiveram muito diferentes das performances vistas nas últimas duas corridas: só que enquanto isso foi pela positiva na Williams, foi pela negativa nas duas primeiras…

Depois de terem conquistado os primeiros pontos, esperava-se que os VJM-02 chegassem (pelo menos) ao Top Ten. Nada disso aconteceu e o único representante de Vijay Mallya acabou na última posição… A Ferrari não se pode ficar a rir, pois o “Iceman” apenas chegou em 10º, e “Físico” só conseguiu chegar na frente de Liuzzi (que esteve muito menos impressionante em comparação com Monza)!

Já os carros de Sir Frank viram o regresso aos bons tempos, e parecia que finalmente iriam facturar um pódio, mas o facto de Rosberg se ter baralhado e colocado o carro inteiro sobre a linha das boxes (1ª vez na história)… Um “drive-through” era óbvio e Nakajima voltou a não estar à altura do carro.

Mensagens de apoio para “desapoiar”

No final da corrida Fernando Alonso esteve no mínimo estranho: não perdeu tempo a festejar, foi o primeiro a chegar ao line-up dos três primeiros, cumprimentou Glock e não Hamilton (isto já é um pouco mais justificável…) e mal festejou o melhor resultado da temporada num dos tempos mais difíceis da equipa.

O pior ficou reservado para o final quando afirmou dedicar o pódio a Flavio Briatore… O desagrado da equipa foi óbvio, pois o italiano fez declarações de vingança após a decisão do Conselho no mínimo estranhas! Uma prova que o espanhol deve estar de partida para a Ferrari, como o presidente da Scuderia já deixou escapar…

Button com uma mão na taça

A corrida de hoje foi obviamente a consagração de Button: é absolutamente irrealista que Barrichello consiga tirar metade dos pontos disponíveis a Button em 3 corridas (15 em 30). O inglês sorriu como nunca no final pois nem precisava de acabar na frente de Rubinho para consolidar a sua posição.

Rubens perdeu as hipóteses de acabar na frente de Button após ter deixado o motor “morrer” na última paragem… Mesmo assim se Button não ganhar uma corrida até ao final do ano não merece o título, pois assim só terá ganho quando o Brawn foi o dominador indiscutível!

Leia também:
Singtel Singapore Grand Prix 2009 – Qualificação
Gran Premio Santander d’Italia 2009 – Pontuação
Gran Premio Santander d’Italia 2009 – Corrida

Post anterior: Singtel Singapore Grand Prix 2009 – Qualificação

Singtel Singapore Grand Prix 2009 – Qualificação

26 de Setembro de 2009 Deixe um comentário

Mais uma brilhante sessão de qualificação de Lewis Hamilton que voltou a aproveitar a boa forma da McLaren para conseguir a 3ª pole position da temporada na segunda vez que os carros voltaram a correr à noite num GP.

Apesar de ter sido interrompida pelo acidente de Barrichello na Q3, a sessão tinha apenas 27 segundos para terminar, e os comissários deram-na por terminada logo de seguida. Isto impediu que víssemos um grande duelo pela pole entre Hamilton, Vettel e Rosberg nos momentos finais, mas permitiu que outros não perdessem posições para carros mais rápidos.

Candidatos: Red Bull melhora, Brawn mal

Tanto a Brawn (com o novo patrocínio da Canon) como a Red Bull conseguiram ter fins-de-semana aceitáveis até à altura da qualificação, mas enquanto os austríacos conseguiram voltar aos primeiros lugares, a equipa de Ross Brawn ficou no meio da tabela…

Webber impressionou no último momento da Q2, mas tirando isso passou o tempo todo na sombra de Vettel. O alemão brilhou, pois agora que percebeu que não ganhará o título sendo cauteloso, decidiu acabar a época em grande mesmo que não ganhe o título!

Já a dupla Brawn terá que se recompor: Button não continuou a forma vista em Monza, estando de novo arrastado para o fundo do poço, ficando novamente na Q2. Barrichello tinha tudo para partir da primeira fila, mas um erro levou-o a embater no muro, e mesmo partindo à frente do companheiro com a penalização de troca da caixa de velocidades, podia ter aproveitado melhor o dia-não de Jenson…

Recuperação da Williams, queda da Ferrari

Depois de ter grandes dúvidas acerca da sua competitividade em Monza, a Williams regressou em força para a frente do pelotão por pouco não voltando a fazer uma pole position! Rosberg partirá pela primeira vez da 1ª fila do grid, e vejamos os pesos porque depois de (em teoria e não-oficialmente) ter ganho o ano passado na sua opinião, tem a hipótese de o voltar a fazer este ano…

Já o seu colega continua a ser uma chicane ambulante, que não deverá ter mercado algum para o ano, nem mesmo na Toyota!

Já a Ferrari fez o caminho inverso, provavelmente terminando assim os pódios consecutivos, porque a não ser que Raikkonen esteja leve e Fisichella se estampe depois do seu reabastecimento creio que até pontos serão complicados…

“Físico” até esteve bem tendo em conta que apenas usou o carro uma vez há duas semanas, e que o F60 perdeu muita competitividade em Singapura, por isso desenganasse quem diz que Badoer se está a rir pois o italiano nem com o melhor carro saiu de último em Spa!

Bom trabalho para McLaren e BMW

As duas equipas de motores alemães estiveram bem na sessão, com as últimas alterações do ano para ambas a surtirem efeito. A McLaren viu Kovalainen no último lugar da Q3, pois o finlandês perdeu a sua segunda tentativa devido ao acidente de Barrichello, no entanto coube a Hamilton mostrar o potencial dos MP4-24. Ou terá sido uma questão de peso?

Já a BMW colocou fortes avanços aerodinâmicos e se estiverem pesados podem chegar ao pódio com facilidade…

Extremos opostos e desilusões

Toyota e Renault foram extremos opostos internos, pois enquanto Alonso e Glock chegaram à Q3 em boas posições, Grosjean e Trulli fizeram muito mal. Apesar do escândalo “Renaultgate” ter deixado marcas brancas (literalmente) na equipa, o carro (pelo menos nas mãos de Alonso) esteve bem.

Já Force India e Toro Rosso estiveram também estranhas em relação ao habitual. Enquanto os indianos abandonavam a frente do grid para “os velhos tempos”, a segunda equipa da Red Bull conseguiu melhorar um pouco levando pela primeira vez em muito tempo um carro até à Q2.

Leia também:

Gran Premio Santander d’Italia 2009 – Pontuação
Gran Premio Santander d’Italia 2009 – Corrida
Gran Premio Santander d’Italia 2009 – Qualificação

Post anterior: Capa Autosport – Renault F1 em risco!
Post seguinte: Singtel Singapore Grand Prix 2009 – Corrida

Gran Premio Santander d’Italia 2009 – Pontuação

15 de Setembro de 2009 Deixe um comentário

Após uma brilhante exibição de Rubens Barrichello no GP da Itália, chega a altura de ver quem fez um bom trabalho e quem é “um Luca Badoer”! Para quem é novo nestas andanças lembro que as pontuações vão de 1 a 10, e que é tudo com base no desempenho em pista: o facto de os carros serem melhores não será levado em conta…

Rubens Barrichello: Tinha tudo para conseguir ganhar a corrida: era o mais pesado da Q3, partia à frente do companheiro apesar de este estar mais leve, e por último está num momento fantástico. Assim que Button se começou a aproximar Rubens respondeu, ganhando uma corrida em que corria o risco de abandonar por causa caixa! Nota 10.

Jenson Button: Conseguiu finalmente recuperar o andamento, mas continua atrás de Barrichello. Conseguiu desenvecilhar-se de Kovalainen sem perder tempo, e defendeu-se de Hamilton nas voltas finais. Contra si joga o facto de se ter qualificado mais leve que Rubens, e de nem se ter dado ao trabalho de desafiar Barrichello por ser o suficiente para o campeonato… Nota 7.

Kimi Raikkonen: Depois de ter sido dado como uma carta fora do baralho no início do ano, conseguiu voltar ao ritmo que o classificou de “Iceman” e “Flying Finn”. O mais provável é pilotar um Ferrari em 2010, após ter feito (mais) uma corrida a defender-se de um carro mais rápido. Chegou ao pódio pela 4ª vez consecutiva, e está-se a chegar aos Red Bull. Nota 8.

Adrian Sutil: Depois de ter desperdiçado oportunidades brilhantes de pontuar em Shangai, Nurburgring e Spa, agarrou esta com as duas mãos para conseguir a volta mais rápida, uma primeira fila, e não largar os escapes de Kimi até ao final. Brilhante, mas o carro ajudou… Nota 9.

Fernando Alonso: O espanhol não conseguiu levar o Renault acima de algo mais que uns pontos, nem com um KERS que foi fundamental para a pista. No entanto, parece mais interessado em garantir um lugar na Ferrari, e o “Renaultgate” ainda lhe vai tirar umas noites de sono… Nota 6.

Heikki Kovalainen: Tinha uma boa estratégia que juntamente com a posição de largada, poderia dificultar a vida aos Brawn. Nada disso aconteceu, perdendo para ambos os BGP001 na largada (e tinha KERS…), depois deixou muito a desejar com a forma pouco rigorosa com que se defendeu de Liuzzi… Os abandonos à sua frente deram-lhe pontos, mas tem muito a agradecer a Martin Withsmarth já que é provável que seja confirmado! Nota 5.

Nick Heidfeld: Depois de ter tido que abortar a sua qualificação devido a um problema no motor que também afectou o seu colega, conseguiu recuperar algum ritmo para a corrida, aproveitando a subida de forma da BMW para marcar pontos pela 2ª corrida seguida, e já vai em mais de 40 corridas sem abandonar! Nota 7.

Sebastian Vettel: Ganhou apenas uma posição em relação ao grid, quando teve dois abandonos à sua frente… Logo aqui se vê como o alemão esteve bem abaixo do nível habitual em Monza: mas também mal tinha carro para pontos! Nota 5.

Giancarlo Fisichella: Como substituto de Badoer, era para ele facílimo fazer melhores resultados e foi exactamente isso que se verificou. No entanto nem chegou a tentar defender-se como deve ser de Buemi que tinha um carro claramente inferior… O facto de ter abortado/falhado o programa a cumprir nos treinos fez o melhor que pôde: esperemos por Singapura! Nota 6.

Kazuki Nakajima: A cada corrida que passa, o japonês relembra a todos o que eram pilotos como o seu próprio pai: sem qualquer vestígio de talento à mostra, e que deve à sua nacionalidade o facto de permanecer nesta competição, à semelhança de Speed na Toro Rosso… A sua performance na corrida? Nem apareceu nas câmaras… Nota 3.

Timo Glock: Tal como o seu companheiro apenas apareceu na TV, aquando das suas disputas com ele. A maneira vigorosa como atacou o companheiro poderá ter-lhe dado uma boa imagem junto da Toyota, mas isso não serve de nada se os japoneses continuarem a fazer figura! Nota 5.

Lewis Hamilton: Conseguiu a pole position, e fez um ritmo infernal antes da primeira paragem. Depois no turno seguinte baixou o ritmo, mas no final atacou Button vigorosamente perdendo o controlo do carro numa das suas tentativas… O facto de não ter culpado a equipa por ter um carro mais lento, mas sim a si próprio caiu bem para todos. A única coisa que ele precisa de trabalhar é manter a calma como Webber e Button conseguem. Nota 8.

Sebastien Buemi: O suíço nunca mais foi o homem visto nas primeiras provas que conseguia levar o Toro Rosso até posições de destaque. Quando se apercebeu que Bourdais e Alguersuari não eram adversários à altura baixou o ritmo… Na corrida nunca se percebeu bem onde andava, mas a ultrapassagem a Fisichella merece aplausos! Nota 5.

Jarno Trulli: Na conferência de imprensa afirmou que para si, estar em 12º ou 15º é a mesma coisa… Isso explica a sua tresloucada tentativa de passar Nakajima que por pouco não eliminava o seu companheiro e ele próprio! Mas, conseguiu dar a todos um belo “show” quando emparelhou com Glock durante duas curvas seguidas, nesta que deverá ser a última temporada do italiano na F1! Nota 6.

Romain Grosjean: O francês vai fazendo corridas piores a cada que passa. Na qualificação nem tinha ficado mal, mas uma saída de pista e outra corrida em que não figurou uma única vez… Nota 2.

Nico Rosberg: Não conseguiu contrariar o mau andamento da equipa, mas deu a entender que assim que percebeu que batia apenas os Toro Rosso baixou os braços… Acabou em último, mas o facto de a equipa ter achado que tinha um furo e mandá-lo às boxes cedo, quando era suposto ser o mais tardio a fazê-lo não ajudou nada! Nota 4.

Vitantonio Liuzzi: Alguersuari e Grosjean devem-se estar a roer de inveja: mesmo parado há dois anos, o italiano fez melhor que eles que estavam em competição… “Tonio” foi soberbo, mas tem muito a agradecer ao carro, porque para além de ter estado competitivo, e já se percebeu que o VJM-02 é de fácil adaptação. Não lhe estou a retirar o mérito: a ultrapassagem a Kovalainen foi excelente! Nota 7.

Jaime Alguersuari: Por mais que ele diga que está na F1 porque é um bom piloto, está-se a tornar óbvio que ele ainda precisa de continuar em categorias inferiores, porque apesar de abandonar por problemas mecânicos, nunca se lhe viram lances de génio ou qualquer coisa parecida. Nota 3.

Robert Kubica: Tal como Heidfeld teve que abortar a qualificação, e na corrida envolveu-se com Mark Webber o que lhe dificultou bastante a vida… Teve que parar para mudar a asa dianteira, mas curiosamente abandonou por causa de motor, deixando antever dificuldades à BMW! Nota 4.

Mark Webber: Para quem está (ou melhor, estava…) a lutar pelo campeonato só fez uma boa porcaria: qualificou-se atrás do companheiro, partiu mal, e acabou a sua corrida na 1ª volta no muro… Apesar de o polaco não ter deixado muito espaço, o australiano exagerou e devia ter sido mais prudente, voltando a ficar atrás de Vettel. Nota 4.

Sobre o GP de Itália:
Corrida
Qualificação
Previsões

Post anterior: “Renaultgate” continua nos cartoons e no paddock
Post seguinte: O regresso da Lotus.. com Cosworth!

Gran Premio Santander d’Italia 2009 – Corrida

13 de Setembro de 2009 Deixe um comentário

Pela segunda vez este ano, as duas poles de Lewis Hamilton não concretizaram uma vitória, de novo por ter uma estratégia fraca em comparação aos rivais. Novamente Ross Brawn dá razão ao título de “mestre da estratégia” preferindo apostar na corrida ao invés da qualificação: ao contrário do Nurburgring, desta vez deu certo…

A vitória de Rubinho não pode ser contestada, numa prova em que Force India e Ferrari mostraram que continuam em grande depois dos mais recentes sucessos, a Renault e a BMW conseguiram salvar uns pontitos. Os únicos momentos em que Toyota ou Williams apareceram nas câmaras foi quando quase se armaram em “kamikazes”!…

Brawn brilha na estratégia

Depois de a autoridade de estrategista de Ross Brawn ter sido abertamente questionada depois do episódio de Barrichello no Nurburgring, desta vez os resultados foram brilhantes: uma dobradinha, a 1ª com Rubens na frente, e a 1ª desde Mónaco.

Button conseguiu recuperar “a magia” após muitas corridas em que foi uma sombra do dominador das 7 primeiras corridas do mundial… Apesar de ter chegado em segundo, acabou (novamente) atrás do seu companheiro quando estava mais leve, e sem o acidente de Hamilton, com KERS, poderia ter acabado no último lugar do pódio!

A seu favor abona o facto de ter conseguido não perder muito tempo atrás de Kovalainen. Barrichello realmente tem sido o grande azarado da temporada pois quando Button falhou em Spa, não pôde aproveitar; agora que ganhou, Button veio logo atrás… A posição no campeonato dá por garantido o título de constructores, e o de pilotos deverá ser entre eles.

Não estou, no entanto, a criticar Rubens ou a menosprezá-lo: as suas voltas-canhão após os reabastecimentos de Button foram excelentes, e com uma caixa de velocidades duvidosa conseguiu extrair mais do carro que o seu companheiro. A juntar também o pouco tempo que demorou a passar Kovalainen para não perder a vitória.

Brilhos opostos na McLaren

Depois de terem perdido alguma da competitividade em Spa, o peso de Kovalainen e a pole de Hamilton deixavam antever uma dobradinha. Certo? Errado… Tornou-se claro que os Brawn tinham o melhor carro e estratégia, e a má partida de Heikki (e ele tem KERS…) deixou-o na mão dos Brawn e Liuzzi, caindo para a 7ª posição no final da 1ª volta!

Já Lewis varia entre deixar tudo e todos abismados com a sua perfeição em pista, até fazer erros grosseiros. Andou muito bem no início, mas foi perdendo velocidade a partir do 1º pit stop. No final aproximou-se de Button, mas com a ânsia de chegar, pisou demasiado o corrector e perdeu controlo do carro na última volta, quando podia ter ajudado a McLaren a chegar-se à Ferrari…

KERS: bênção e maldição

Nesta corrida tornou-se óbvio que existirão equipas a repensar o seu uso para 2010 na positiva: as brilhantes voltas em que Raikkonen se defendeu de Sutil e a aproximação rápida de Hamilton a Button provaram que o sistema é muito eficaz em pistas como Monza, Sakhir, e (para o ano) Montreal…

No entanto, para Sutil e Button foi um inferno: enquanto o primeiro ganhava imenso tempo por volta a Raikkonen e na recta da meta ele se ia embora, Button viu-se obrigado a fazer condução defensiva nas voltas finais perante a motivação de Hamilton em reduzir a diferença para os líderes. A Renault lá conseguiu uns pontitos, mas a dúvida é: estarão em Singapura?

Fiabilidade zero

A BMW saiu de Monza com grandes dúvidas acerca da sua real posição, pois apesar de o ritmo de corrida ter subido bastante a verdade é que os carros têm-se revelado bastante frágeis. Depois de ambos os motores terem sucumbido na qualificação, na corrida Kubica (além de ter trocado a asa dianteira) abandonou por o motor estar a perder potência rapidamente…

Os alemães nunca tiveram motores que causassem inveja, mas até estavam a ser fiáveis.

Adeus ao título

Depois de exibições grandiosas em Silverstone e Nurburgring, estão colocados grandes pontos de interrogação sobre a Red Bull. Desde essas corridas que os carros de Adrian Newey têm estado irreconhecíveis, acabando sempre em posição sem destaque e a verem a Ferrari e Raikkonen começarem a aproximarem-se perigosamente…

Webber acabou a corrida logo na 1ª volta, num toque com Kubica, deixando-o sem hipóteses concretas de título: se perder dois pontos para Button na Singaputa terá que começar a ajudar Vettel… O alemão continua com esperanças, mas o ponto solitário é um péssimo sinal para as provas que restam!

Falhanços caseiros

Depois de ter ido à Q3 no seu regresso ao activo, Liuzzi estava em excelente posição, não perdendo tanto tempo como o esperado para o seu mais experiente companheiro, e ganhando uma posição a Kovalainen antes da recta em que o KERS deitaria tudo por água abaixo. Um problema na transmissão colocou-o fora de prova em casa…

Fisichella lutou com o carro durante todo o fim-de-semana sem conseguir achar o acerto ideal, e acabou no nono lugar. A posição é enganadora pois não chegou a estar sequer perto dos pontos. No entanto, acho que ele fez a escolha de equipa correcta: esta corrida perante os “tiffozi” deve ter sido mais entusiasmante que o pódio de Monza…

A Toro Rosso parece cada vez mais a regredir na sua transformação: enquanto que o ano passado esteve forte com ambos os pilotos ganhando a corrida, este ano estiveram no fundo do pelotão com Alguersuari marcado por problemas técnicos, e Buemi a apenas aparecer numa ultrapassagem (bem impressionante, justiça seja feita) a Fisichella. Estão a voltar às origens: Minardi!

Sobre o GP de Itália:
Previsões
Qualificação

Post anterior: Gran Premio Santander d’Italia 2009 – Qualificação
Post seguinte: Como?!