Capa Autosport – Mercedes quer comprar a Brawn

Enfim, mais uma semana que passou e na qual o Autosport nos deu a conhecer as novidades e notícias da semana.

A vitória de Rubens Barrichello no GP da Itália, a vitória da ASM Team em Silverstone, o “Renaultgate” (que conheceu hoje novos capítulos que eu falarei neste artigo), as situações de mercado de Raikkonen, Red Bull, BMW, Nico Rosberg… Enfim, mais detalhes no decurso deste artigo.

Para quem não sabe, nesta secção “Capa Autosport” eu apenas refiro os artigos com ligações à F1, e só muito ocasionalmente falo de algo mais…

Título vai ficar na Brawn: Uma análise de mercado efectuado pela revista mostra que apenas os pilotos da Brawn e Red Bull poderão conquistar os títulos este ano, no entanto quem é que acredita que Vettel ou Webber conseguirão tirar 7 pontos por corrida a Button? Pois é…

Raikkonen perdeu as suas hipóteses de título em Monza, pois mesmo que ganhe todas as corrida e Button abandone sempre, a vantagem de número de vitórias entrega o ceptro ao inglês.

Renault contra-ataca: Novos indícios surgiram hoje acerca do “Renaultgate” com a Renault a afirmar que dispensa os serviços de Briatore e Symonds (ou terão sido eles a saírem?), mas se eu perdesse um post de cada vez que acontecesse algo sobre o assunto, não tarda tinha que mudar o nome do blogue para “Renaultgate DP”…

Enfim, a edição está um pouco atrasada nos acontecimentos de hoje, mas fala sobre as insinuações sobre a vida privada de Piquet Jr. e tece fortes críticas a Piquet Senior afirmando que ele é “uma criatura sem limites nem conhecimento de decência”. Destaque também para a facilidade com que a confissão de Piquet foi parar à imprensa.

Sauber mais perto da salvação: Estou para ver como será a capa da próxima edição, mas um regresso da Lotus vai ocupar a capa toda com certeza; no entanto a desta semana vem ainda com a hipótese da Sauber estar perto de arranjar comprador. Não vou aprofundar porque já todos sabemos como acabou…

Mercedes avança para a Brawn: O que não faltam são “teorias da conspiração” acerca da Mercedes e o seu envolvimento na F1, mas segundo o Autosport, Ross Brawn garantiu o apoio Aabar Investments durante os próximos 3 anos. Após o termo do contracto em 2012, a Mercedes assumiria o controlo da equipa.

A ideia principal é colocar Rosberg nas suas fileiras, mas sem o colocar ao lado de Hamilton pois a McLaren iria impor o inglês como primeiro piloto. Há ainda o pormenor de que os alemães não poderão contar com a Red Bull e Vettel sob as suas “asas” por imposição da McLaren que não está a gostar nada…

Brawn reserva título: As análises de Luís Vasconcelos à corrida de Monza, com os principais destaques a serem o 5º pódio seguido para a Ferrari, e a brilhante exibição de Adrian Sutil. Nas pontuações o semanário optou por por dar 5 pontos a Grosjean, quando eu dei 2… No entanto há pontos em que concordamos como os 3 de Alguersuari.

Mais um para a F1: Com o título “no bolso”, Nico Hulkenberg tinha há muito a passagem à Fórmula 1 garantida, aliás, este ano parecia mais de ficar à espera do que ser obrigado a ganhar algo… Com duas corridas muito interessantes, Parente perdeu a hipótese de brilhar por pequenos erros que saíram caro, mas no geral esteve bem!

Participação do Speeder: Nesta edição o meu compatriota do blogue Continental Circus voltou a fazer das suas ganhando destaque em dois pontos. O primeiro foi nos melhores comentários da semana:

Como se diz no futebol: o resultado foi escasso pela exibição. Passar de 17º a quarto, fazendo ultrapassagens fabulosas, e andar colado ao di Grassi, lutando por um lugar no pódio, merece a nossa admiração e o nosso respeito.

O comentário é sobre a corrida de Álvaro Parente, e a verdade é que o português esteve bem. Além deste comentário o nosso colega de Leiria colocou uma pergunta a Luís Vasconcelos… que foi respondida! “Até que pontos Ross Brawn não vai impor a hierarquia na Brawn GP?”

Estivessem os pilotos da Red Bull mais perto e Brawn poderia ser tentado a apostar num só cavalo. Como estão as coisas, com Vettel 26 pontos atrás de Button, o patrão da equipa de Brackley disse em Monza que, “a situação não se alterou e os nossos pilotos são crescidinhos o suficiente para saberem o que podem e o que não podem fazer. Por isso não vejo razão para mudar de política.” Tenho a acreditar em Ross e, por isso, espero que o Mundial se decida apenas em Abu Dhabi.

Outros: A situação de mercado de Raikkonen, a petição de Trulli para as vítimas de Abruzzo, crise de motores da BMW, a confirmação do acordo entre a Santander e a Ferrari, a renovação de Schumacher, a multa de Kimi, a possibilidade de Loeb pilotar em Abu Dhabi, e as negociações da N Technology para compra de Toro Rosso ou Force India (não acredito muito…).

Leia também:
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Barrichello entra na luta

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