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Meio ano depois – Williams

A Williams começou este ano com esperanças muito elevadas em relaçãos aos resultados com que poderia fantasiar, mas até agora não conseguiram resultados de grande relevo, com apenas Rosberg a ter pontuado, pois Nakajima não tem conseguido fazer o que dele é esperado. Numa altura, em que Nico está de malas feitas para a BMW; o japonês deverá ser dispensado, com Hulkenberg a substituí-lo no fim do ano (ou antes), e Barrichello e Heidfeld como possíveis pilotos experientes de Sir Frank. Mas vamos ver como foi a temporada da equipa de Grove até agora.

Promessas incosequentes: Em Melbourne, a Williams parecia estar no caminho certo para uma possível vitória, no entanto uma péssima qualificação de Nakajima, que mais tarde pisou o corrector com demasiada força, abandonando no local; enquanto Rosberg ainda fez um bom tempo, chegando à linha de partida nos pontos. Em Sepang aconteceu praticamente o mesmo na qualificação, mas na partida o alemão conseguiu “pular” pelo pelotão, e apenas o azar lhe robou a vitória provável, recebendo apenas meio ponto: muito menos do que merecia.Muito áquem do esperado: Na China, a equipa saiu-se muito mal com Nakajima a ficar de fora, e Rosberg a fazer uma péssima escolha de pneus que o deixou a perder o controlo do carro. Na corrida seguinte, Kazuki foi o único a abandonar, com o seu colega à beira dos pontos em nono, mas mesmo assim bastante longe de Alonso em oitavo. Em Espanha, a equipa voltou a pontuar, mas o ponto trazido por Rosberg de Espanha soube a pouco, pois para além de se esperar mais do carro, Nakajima envolveuse no acidente do início da corrida e acabou por apenas ultrapassar Fisichella até ao fim da corrida.

Abandono do KERS e os ganhos aerodinâmicos: Com a chegada ao Mónaco, depressa nos apercebemo-nos que o FW31 era realemente um carro a ter em conta, mas de nova Rosberg pontua e Nakajima “espeta-se” na última volta. Na Turquia e no Reino Unido, estas situações repetem-se, mas parecia que ainda faltava algo ao carro da equipa britânica para poder desafiar os outros. Com a última corrida na Alemanha, chegámos à conclusão de que os carros da equipa inglesa estão com uma forma incrível com Rosberg a partit de 15º e a chegar em 4º, que sem um erro de combustível poderia ter lutado com o seu compatriota Vettel pelo segundo posto.

Por isso pergunto, estará a Williams de volta a uma forma ganhadora já no Hungaroring.

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