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Meio ano depois – Toyota

A Toyota foi uma das muitas equipas que no início do ano preferiu não arriscar a fiabilidade já confirmada do seu carro com o KERS, decidindo não correr com o sistema nas primeiras corridas do ano (que acabou por se estender ao resto do ano), pois o carro reagia bem a todas as alterações aerodinâmicas introduzidas.

A promessa: Com a chegada a Melbourne, a equipa conseguiu colocar ambos os chassis na Q3 com facilidade, mas um forte golpe caiu na equipa de seguida – os carros estavam desclassificados da qualificação, devido à FIA ter entendido que as asas traseiras do TF109 eram móveis. Com uma brilhante corrida de recuperação, a equipa colocou os seus carros logo atrás dos Brawn, com o McLaren de Hamilton entre eles. Mas, nova controvérsia, Trulli é desclassificado por passar Hamilton sob Safety-Car. Mais tarde, a FIA volta atrás na sua decisão, pois o inglês mentira para os comissários. Na Malásia os carros voltaram a impressionar, repetindo as posições de Melbourne, desta vez com Glock na frente. O alemão poderia mesmo ter ascendido a segundo se a corrida fosse parada uma volta mais tarde.Azares afastam equipa: Na corrida seguinte, a chuva amaldiçoou Jarno Trulli que foi abalroado na última curva do circuito por Kubica, ou seja, teve que fazer o circuito inteiro de novo sem a asa traseira… Timo Glock ainda conseguiu levar alguns pontos para Colónia, mas não brilhou. No Barhain a Toyota parecia ter recuperado a forma ideal com um monopólio na primeira fila chefiado por Trulli. À partida, os carros japoneses continuam na frente, mas os nomes trocaram, com o mais leve Glock a passar. No entanto, o melhor que a Toyota conseguiu foi colocar Jarno no pódio, com Timo a ter uma estratégia e azar do seu lado, chegando apenas em 7º.

Regresso à dura realidade: Com a qualificação em lugares pontuáveis, deveria esperar-se pelo menos pontos, certo? Errado. Trulli envolveu-se na carambola da primeira curva e foi logo eliminado, enquanto Glock gastou os pneus em demasia, condenando-o para 10º. Por muito surpreendente que pareça, o Mónaco foi pior. A Toyota achou-se com um carro que não se adaptava, partilhando com os BMW o fundo da grelha! Na corrida, era nítida a desmotivação dos pilotos, mas acabaram por ir mais para o meio do pelotão.Recuperação até aos pontos: Com a chegada à Turquia, os resultados positivos começaram de novo a aparecer, com ambos os carros nos pontos após duas corridas de “seca”. Na última corrida, a etapa britânica, os Toyota viram-se em dificuldades para se destacarem no pelotão, com apenas dois pontos a saírem de Silverstone.

A equipa nipónica começa a ponderar se valerá continuar a apostar nesta época, pois a tão aclamada 1ª vitória continua a iludi-los…

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